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domingo, 25 de novembro de 2007

MAS UM BRASILEIRINHO!!!

Ai está ele, esse meninão bonito, forte, charmoso, e com certeza vai ser muito inteligênte!!!



Nasceu meu mais novo e tão esperado primo, mas um brasileirinho e quero crê que será mais um idealista, igual a esse que aqui escreve!!!... SEJA BEM VINDO WELEISOM!!!

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

se não mim ver mais sorrir

Se não mim vê mais sorrir
Saiba que já não sou feliz
Perdi a alegria de viver
Já não consigo sonhar
Pra quer sorrir
Se não posso sonhar.

(autor: Stoff Vieira)

O tempo e a saudade

Hoje é um daqueles dias em que a saudade toma conta de mim, um daqueles momentos em que paro exclusivamente pra pensar e recordar os dias que passaram, mas que nem o tempo foi capaz de me fazer esquecer. Como o tempo é cruel nos rouba aqueles dias incríveis que passamos ao lado das pessoas que amamos, e o pior é que ele não rouba somente os dias, leva também as pessoas que amamos. E essas pessoas às vezes são tão importantes nas nossas vidas, às vezes fundamentais para continuarmos com um riso na face.
O tempo nos rouba pessoas e momentos que são insubstituíveis, mas ai vem um gesto, uma comida, uma musica antiga e nos faz recordar de dias e pessoas que se foi com a pressa do tempo. Mas quando o tempo passa, ele deixa um rastro e esse rastro é a saudade, sentimento este que às vezes machuca tanto. A saudade às vezes dói, mas que uma tapa, um pontapé, um soco, prender o dedo na porta. Não tem dor maior que a saudade de um amigo que você não ver ah anos, de um lugar que não existe mais, daquela professora do primário, dos primeiros colegas de escola, o primeiro amor, o primeiro beijo, tem a saudade daquele amigo que morreu, daquela viaje inesquecível na infância, das brincadeiras da sua época, às vezes sentimos saudade da comida da avó e quando não se tem mais a avô, ai é que a saudade maltrata, machuca, chega a queimar por dentro.
Sinto saudade de tantas coisas; da infância simples correndo no terreiro da casa de meus avos na companhia de minhas primas e meu irmão, dos almoços aos domingos em família, onde todos se reuniam, eram tão divertido cheio de verdade, estavam todos ali por quer queriam estar ali, o pior é que tenho a certeza que nunca mais vou reviver esses momentos.
O tempo também deixa lembranças ruins, por exemplo, aquele finalzinho de tarde 01 de agosto de 2007, foi o pior dia da minha. Chegava ao fim à vida de minha avó, depois de anos de convivência, de brincadeiras, e de muita amizade. Eu estava ali dentro daquela ambulância testemunhando os últimos minutos de minha querida avó, assistindo ela agonizando, e eu sem poder fazer nada, sentir-me tão impotente, tão inútil, a única coisa que podia fazer era dizer a ela que, ela iria sair daquela, que tudo ia dar certo. Afinal era essa a minha vontade que tudo desse certo, que ela reagisse, fosse forte e sobrevivesse, mas não foram possíveis dentro poucos minutos estava confirmado, ela tinha falecido. Só eu sei como doeu e dói até hoje, naquele momento havia perdido uma grande amiga, que sabia como ninguém me fazer sorrir, que quando estávamos juntos parecíamos duas crianças brincando. Então veio o inevitável, como tudo tem seu tempo e sua hora era chegada à hora dela, tinha se esgotado o tempo dela aqui na terra, e lá se foi ela.
O tempo deixou apenas recordação e saudades, saudades sem fim.

sábado, 17 de novembro de 2007

É um ser humano

Aquele homem que mendiga o pão
Que depende de esmolas para se alimentar
Que procura comida no lixão
Pos falta dinheiro pra comprar
É um ser humano

Aquele sujeito que na maioria das vezes
É tratado e chamado de bandido
Ignorado por um maltrapilho
Humilhado pelos burgueses por ser pobre
É um ser humano

O coitado que é mais uma das vitimas
Do mal chamado fome
Um, entre milhares, que sofre dessa grave doença
Chamada miséria, sem cura, que contamina o país
É um ser humano

Este pobre Diabo, como outros
É a parte imunda do país
Um Brasil sem vergonha na cara
Este miserável foi esquecido, mas é lembrado
Em épocas de eleições
Nessa época é lembrado
Como um ser humano.



Tá uma coisa que eu fico "PUTO", é a porra desse mundo em que vivemos, tanta corrupção, tanto dinheiro gasto com guerras, tanto jogadores ganhando fortunas e essas pobres gentes morrendo por não ter com quer se alimentar. Vão tomar no cú todos esses governantes safados e hipocritas, filhos de uma puta!!!

Jovelina

Se algum dia, me perguntarem.
Se eu já amei,
Se sei o que é o amor.
Responderei que sim
Para ambas as perguntas.

Já conheço o amor
Um amor incondicional
Esse amor, sinto por uma senhora.
Chamada JOVELINA
Minha querida vovozinha.

Mim lembro das nossas,
Molecagens e brincadeiras
Que fazíamos um com o outro
Ela era uma espécie de mãe
Mais acima de tudo uma amiga.

Sinto um vazio tão grande
Saudades sem limites
Recordo minha infância
De todos aqueles dias
Ao lado dela.

Sinto falta dos almoços
Na casa da vó
Dos domingos de feiras
Das garapas de cana
Só agora que já não a tenho
Descobrir o tamanho desse amor.

Se eu pudesse voltar no tempo
Não desgrudaria dela
Iria dizer o quanto a amo
Abraça-la e beija-la.

Não existi dor maior
Que a dor da saudade
Da ausência irremediável
Da viaje forçada
Da ida sem volta
Da certeza, do nunca mais.

Meu pequeno mundo

Sejam bem vindos
Ao meu pequeno mundo
Feito de imaginação
E sonhos não realizados
Construído com lembranças
De amores passados

Conheçam meu pequeno mundo
Feito de um rabisco no papel
Cheio de ideologias
Cercado de humanos anti-sociais
Um mundo sem regras nem lei
Aqui malandro se torna rei
O bonito é que é feio.

Desilusão

Se não mim vê mais sorrir
Saiba que já não sou feliz
Perdi a alegria de viver
Já não consigo sonhar
Pra quer sorrir
Se não posso sonhar.

Momentos únicos e inesquecíveis.

Não me recordo bem o ano, mas creio que eu tinha por volta de uns quatorzes a quinze anos de idade, quando eu e minha família, sendo ela; eu, meu pai, minha mãe e meu irmão, fomos de mudança morar-mos numa pequena chácara próximo a povoado brejão município de Wanderlândia. Propriedade esta que meu pai na época acabara de comprar em sociedade com seu irmão, meu tio Antonio Jose.
Quando mudamos, foi somente nos quatros, os primeiros dias não foram os melhores em especial para minha mãe e meu irmão que sempre estavam chorando pelos cantos. Mas logo foram morarem conosco, minha avó e meu avô, não sei ao certo se por motivo de assim estarem mais próximos de minha mãe, ou se por causa de certo fascínio que tinham por mato. Nem por isso permanecemos por muito tempo ali, não afirmo com precisão se chegaram há dois anos. Ou menos ou mais, mesmo assim sendo afirmo com plena certeza que esse pouco tempo em que dividir dias e noites ao lado de meus amáveis avos foram os melhores dias da minha vida.
Logo que eles ali chegaram de mudança, dividimos a mesma casa, sendo esta por sua vez um pouco pequena. Então para minha felicidade tive que dividir o mesmo quarto com meus avos, e posso garantir que estava adorando a novidade, acrescento ainda estava mim sentindo privilegiado de estar dormindo no mesmo quarto que eles. Nesta época meu irmão, minha mãe, e eu acordávamos-mos de segunda a sexta-feira sempre as quatro da madrugada. Os motivos tinham-mos que esperar um ônibus escolar às quatro e meia da madrugada na beira da estrada.
Ainda recordo-me bem, que quando soava o barulho insuportável do despertado eu já acordava e ficava aguardando ouvir a voz de minha mãe mim acordando e logo em seguida o chamado de minha avó reforçando, e em resposta eu logo levantava. Já meu irmão era-se necessário que se repetisse o chamado por mais umas três ou quatro vezes para que assim ele, mesmo reclamando, se levantasse. Isto fazia com que minha avó comentasse.
- stoff, é preciso que se chame só uma vez e ele já acorda!
Esse comentário mim alegrava por demais, mim sentia como se acordar primeiro fosse vencer uma competição. Assim íamos para cidade, quando retornavas estávamos esfomeados, mais tínhamos a certeza que a minha querida vovozinha nós aguardávamos com o almoço pronto. Comida esta que eu particularmente adorava, mesmo que sendo apenas arroz e feijão.
Mas com os passarem dos dias, meu avô trabalhador como ele só, resolveu levantar um barraco a alguns metros da nossa casa. Seria uma casinha simples feita de barro, sendo assim eu e meio irmãos nos prontificamos a ajudar e já estávamos prontos para aquela aventura. Então assim sendo vamos começar, mãos a obra. Minha avó pediu que meu avô deixasse um pequeno buraco na parede da cozinha, sendo este para ela olha em direção da nossa casa, assim podia ver quando chegávamos da escola.
Quando junto com meu avô, terminamos a casa, ou melhor, ele terminou... Acredito que atrapalhávamos e se divertíamos muito mais que ajudávamos. Mas mesmo assim ao termino recebemos uma recompensa. Em umas de suas vindas a cidade na companhia de meu avô minha avó falou para ele que comprasse algo para nos, e juntos compraram um corte de tecido e levaram para eu e meu irmão. E assim ganhamos aquele corte de tecido como pagamento de nosso trabalho, pagamento este que logo se transformou em duas camisas e foi motivo de muita felicidade. É com saudade que mim recordo desses dias que se passaram e nunca mais voltaram, dias estes maravilhosos que passei ao lado de meus avos, que foram alem de tudo meus melhores amigos. São coisas e momentos simples que dividimos juntos, mas que mesmo de tamanha simplicidade são únicos e inesquecíveis.

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Araguaína, Tocantins, Brazil
reporter do programa Agora na Rede Sat,e no portal O Norte ( www.portalonorte.com.br . Acima de tudo sou uma pessoa que gosto de escrever o que penso, e que gosto de dar minhas opiniões a respeito de tudo que acho interessante ou desinterenssante.